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quinta-feira, 3 de julho de 2014

Tempestade "Arthur", que está a 110 km/H nesse instante, deve a qualquer momento se tornar em um furacão de capacidade destrutiva ainda desconhecida. No momento a tempestade se dirige rumo ao litoral da Califórnia. Americanos estão apreensivos.

ALERTA NOS É.U.A: Tempeatade " Arthur" a qualquer momento deve se tornar em um furacão. A tempestade tropical "Arthur" se dirige rumo ao litoral da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, com ventos de 110 km/h e está "perto" de se transformar em furacão, segundo o Centro Nacional de Furacões dos EUA (NHC, sigla em inglês). O NHC informou em boletim que o centro da tempestade está localizado a cerca de 230 quilômetros ao sul-sudeste de Charleston, na Carolina do Sul. As autoridades americanas emitiram um alerta de furacão para a costa da Carolina do Norte, de Surf City até Duck, Pamlico Sound e a parte leste de Albemarle Sound Nasa.

A primeira tempestade tropical da temporada de furacões na bacia do Atlântico também ameaça atrapalhar o feriado de 4 de julho, o Dia da Independência dos EUA, no litoral leste do país. O NHC informou em seu boletim das 3h (de Brasília) que o centro da tempestade está localizado a cerca de 230 quilômetros ao sul-sudeste de Charleston, na Carolina do Sul.


Espera-se uma mudança do sistema para a direção norte-nordeste ainda nesta quinta-feira, quando a tempestade se aproximar mais do litoral das Carolinas do Sul e do Norte durante o dia e a noite. O NHC prevê um fortalecimento adicional da tempestade nas próximas horas, de tal forma que "Arthur" se transformaria ainda esta noite, ou na quinta-feira, no primeiro furacão da temporada na bacia do Atlântico.

terça-feira, 27 de maio de 2014

Dilma, sem alarde, dá o troço nos É.U.A ao contemplar o Brasil abandonar o padrão de Criptografia adotado pela NSA. Por essa os E.U.A não esperavam mesmo. NSA é a Empresa do Governo Americano que monitora os dados de tráfego da Internet.

Dilma faz liberta a Internet brasileira do domínio da NSA

Bem que a Primeira ministra Alemã, Ângela Merkel, gostaria de fazer o mesmo, uma vez que teve seus próprio telefone pessoal grampeado. Mas a crise entre Rússia e Ucrânia mostra a fragilidade da Europa que necessita do apoio Norte-Americano para conter os Russos.

Sem nenhum alarde, o governo brasileiro descartou, há cerca de três meses, um dos padrões criptográficos dos certificados digitais do sistema de chaves públicas ICP Brasil. Trata-se da versão 3, ou simplesmente V3, da cadeia de certificação – o que seria o namoro do sistema nacional de certificação digital com a criptografia por curvas elípticas.

Formalmente, alegou-se que não houve adesão das autoridades certificadoras. E, efetivamente, não há certificados emitidos com a V3. A decisão de revogar essa linha de certificados, no entanto, é a primeira resposta concreta às denúncias da espionagem indiscriminada dos Estados Unidos – e, especialmente, do envolvimento da NSA na padronização de sistemas criptográficos.

Entre as denúncias de Edward Snowden, uma importante tratou da participação da agência de espionagem nos processos de padronização do Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST, na sigla em inglês). Não pelas proposições em si, visto que a NSA deve, por lei, ser ouvida nesse processo. Mas porque teria deliberadamente patrocinado falhas nos padrões criptográficos.

A V3 do sistema de certificação do ICP Brasil era baseada no sistema de criptografia identificado no ramo como "suíte B da NSA". E foi essa suspeita de enfraquecimento que levou o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), órgão vinculado à Presidência da República que regula certificação digital no país, a revogar essa cadeia de certificação em fins de fevereiro.

"A V3 morreu ‘virgem’", garante o diretor de auditoria, fiscalização e normalização do ITI, Pedro Paulo Machado, ao sustentar que não há certificados emitidos nessa ‘linha’. O Instituto, no entanto, não pretende abandonar o uso das curvas elípticas na criptografia dos certificados digitais brasileiros. "Devemos normatizar a V4 em uma ou duas semanas, baseada na Brainpool", explica.

Na prática, portanto, o Brasil vai trocar o padrão "americano" de criptografia por curvas elípticas pelo "europeu", hoje patrocinado especialmente pelo análogo alemão do NIST, o BSI. A expectativa é que a primeira aplicação prática do sistema de curvas elípticas venha nos certificados digitais a serem embutidos nos novos passaportes brasileiros, esperados para outubro deste ano.

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